quinta-feira, 30 de abril de 2009

Babáreis humanas


Como todos nós cansados de ouvir falar, nossa humanidade anda muito inclinada em direção ao fim. Esse tal fim de que todos nós falamos pode estar mais próximo que pensamos, e não, não é da gripe "A" (mexicana) que estou falando. Falo das indignações que temos observado na nossa sociedade, tais como o ex-bispo que, ainda durante seu reinado, fez 3 filhos, fora o que não sabemos; a mulher evangélica que invadiu uma Igreja Católica e exterminou marcos históricos importantíssimos não só para a Igreja, mas como para as futuras gerações.

Esses são meros dois exemplos, indignos de muita relevância. Porém o que quero ressaltar aqui é a indignação, por grande parte das pessoas, felizmente, em relação as paranóias humanas que me forçam a pensar e buscar incessantemente por respostas do por que pessoas agem de forma cruel, fria e calculista. Para achar tais respostas, precisa-se anos de estudo, mas com a ajuda de amigos e debates construtivos, podemos chegar mais rápido a uma conclusão :) Conto com a ajuda de vocês!

BOAH! Olha só o que eu achei! Não acredito. A Igreja Universal nunca deixa de me surpreender. Não imaginava que eles apóiem aborto, afirmam o fim do mundo (detalhe: fato anunciado por Cientistas) e ainda sim, conseguem toda essa popularidade e fidelidade dos
pobres, digo, das pessoas :D Eles definitivamente são destemidos! Vejam isso:

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Cientista prevê fim da humanidade

Até o ano de 2100, pelo menos, 80% da humanidade terá desaparecido, com risco até de extinção. Isso porque a temperatura do planeta aumentará de tal forma que a maior parte das terras do mundo se tornarão inabitáveis. A maioria das pessoas vai morrer de fome, pois com as altas temperaturas será impossível cultivar alimentos e criar animais de abate, já que não haverá chuva nem água para irrigação. Essas são algumas das previsões do cientista inglês James Lovelock, autor da ‘Hipótese de Gaia’.

– No futuro, as condições de sobrevivência serão muito difíceis. As poucas pessoas que resistirão ao aquecimento global estarão no Ártico, onde o clima continuará tolerável. Essa é a “vingança de Gaia”, uma expressão que uso como metáfora – diz
o cientista.

A ‘Hipótese de Gaia’ foi desenvolvida nos anos 60, quando o inglês trabalhava para a Nasa. Na década de 80, Lovelock previu o aquecimento global, mas suas idéias foram combatidas pela sociedade científica. Hoje, no entanto, muitas das previsões do inglês se concretizaram e já não restam dúvidas: a temperatura da Terra está aumentando de maneira drástica!

O cientista afirma que, no final do século XXI, a temperatura média nas regiões temperadas aumentará 8°C e nos trópicos 5°C, e a situação já se tornará insuportável por volta do ano 2040.

Ele também afirma que já não é mais possível reverter esse fenômeno apenas reduzindo a queima de combustíveis fósseis.

– Antes as coberturas florestais do planeta tinham a função de regular o clima, mantendo a Terra com uma temperatura suportável, mas a maior parte dessas áreas, hoje, estão ocupadas pela agricultura e criação de gado – explica.

Segundo a ‘Hipótese de Gaia’, o planeta comporta-se como se fosse um superorganismo vivo, composto por todos os seres que, agindo em conjunto, formam um sistema complexo e ativo, capaz de regular a composição atmosférica, o clima, a salinidade dos mares, enfim, as condições necessárias para que a vida continue.

No entanto, o homem quebrou esse equilíbrio através da degradação ambiental. Outras formas de vida reagem às mudanças causadas pelo ser humano, acelerando ainda mais o processo de aquecimento. Para exemplificar, Lovelock cita certos tipos de algas encontradas no oceano. Elas utilizam o carbono do ar para crescerem e liberam outros gases.

Esses gases formam nuvens que desviam os raios solares, mas as algas estão morrendo com o aumento de temperatura dos oceanos, fato que contribui ainda mais para que o planeta se torne quente e seco.

– Pela ‘Hipótese de Gaia’, qualquer organismo que afete o ambiente de maneira negativa, acabará por ser eliminado. O aquecimento global foi produzido pelo homem, então é óbvio que corremos o risco de extinção. O ritmo da mudança é assustador, resta-nos muito pouco tempo para agir. Cada comunidade deve repensar como vem utilizando seus recursos e buscar as melhores formas para sustentar a população o máximo de tempo que puderem.

O cientista inclusive defende um maior controle da natalidade, como forma de amenizar o problema.

Fonte: folha.arcauniversal.com.br
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Depois dessa, vou relaxar e dormir. Boa Noite a todos! :D







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